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Contrata-se [Narrador]

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em Qua 21 Ago - 2:27
Relembrando a primeira mensagem :

SOLO LEVELING RPG
Contrata-se [Narrador] - Página 2 APrRWCm

Contrata-se



A peça fundamental que movimenta o fórum junto dos jogadores são os Narradores. Sem eles não é possível continuar as Raids para limpar as Dungeons. Contratamos a todo momento Narradores que se acham capazes de nos ajudar a continuar crescendo.

Obviamente que não é a troco de nada, os Narradores do Rpg receberão algumas vantagens e bonificações como forma de encorajamento e agradecimento, entre estes estão:

• Possibilidade de escolher entre os dados sorteados normalmente e com o reroll durante o "Despertar".
• Tempo de reset reduzido.
• Sorteio mensal de itens.
• Prioridade em filas de espera.
• Acesso antecipado a informações sobre novas atualizações.

Agir de má fé e pegar o cargo apenas para se aproveitar dele e abandonando-o em seguida será severamente punido.

Durante qualquer imprevisto procure informar o Adm responsável.


Bom, a pergunta que não que calar: "Como me candidato?" Simples, basta responder a este tópico indicando sua intenção. Informe também seu contato no Discord e horários disponíveis. Junto a isso discorra um pequeno trecho de sua narração utilizando o cenário proposto a seguir:

Tudo ocorre em uma Dungeon de Rank C, cinco caçadores percorrem ela arduamente, são eles: Um mago Rank B, uma assassina Rank C, uma curandeira Rank C, e dois guerreiros Rank D.

Após percorrer uma grande parte do portal eles se aproximam de concluir a Dungeon. Todos estão extremamente cansados, em especial o mago com alto consumo de mana. Um dos guerreiros fora severamente ferido com um corte em seu braço dominante, e mesmo com a cura vinda de sua companheira é provável que não consiga usa-lo por um tempo.

Os cinco encaram uma grande porta ao que parece ser o único caminho restante por hora, prestes a invadir e encarar o que estiver por vir.

Pronto, usando as informações passadas, escreva como narrador o que ocorre em seguida. Atrás da porta tem um boss? Uma emboscada? Ou quem sabe a continuação da dungeon. Sinta-se livre também para detalhar acontecimentos passados se assim preferir. Aqui não será cobrado a quantidade mas sim a criatividade e coesão do texto.

STAFF SLRPG 2019



DEV.Reme
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Æther

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em Dom 25 Ago - 10:07



Sim, os humanos ascenderam — ou pelo menos alguns. Os mais corajosos perambulavam por entre portais de energia, a fim de proteger a humanidade dos monstros que neles habitam. Aquele grupo sobrepujou todas as adversidades, até então, com determinação e coragem — mas estes insistiam em ruir conforme o vigor diminuía. O mago, exausto, prosseguia despendendo o restante da sua energia para manter um caminho iluminado a todos.
ㅤㅤ ㅤㅤMesmo que fosse comum as ‘dungeons’ serem iluminadas, aquela não era e isso tornava as coisas mais perigosas. Os túneis lembravam uma colônia de formigas. Um dos partícipes estava seriamente ferido em seu braço direito, devido a uma laceração provocada por um Louva-a-Deus mutante durante um momento de descuido.
ㅤㅤ ㅤㅤA respiração ofegante de todos parecia ressoar em uníssono enquanto os passos arrastados ecoavam através dos acessos. Ainda, se houvesse algum inimigo naquele lugar, facilmente os encontraria por conta da trilha de sangue. Felizmente, o bando se empenhou a expurgar todos as bestas, antes de avançar ao oponente final.
ㅤㅤ ㅤㅤDe repente, dois caminhos surgiram. Um, claramente, apontava a direção do monstro que imperava o território. O outro, porém, não oferecia nenhuma pista ou sinal. Chegara a hora de o grupo realizar mais escolhas difíceis.


Adendos:
Discord: Baran#9580
Horários: Período da noite, durante a semana; variado durante os finais de semana.

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Æther

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em Seg 26 Ago - 21:45
@BARAN

~Aprovado~



Vamos entrar em contato!
Mizzu
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em Sab 7 Set - 22:33
Vim me candidatas porque o meu webnamorado vai chorar.



  Todos se entreolharam, sabiam que aquela era a porta para o Boss da Dungeon, era o adversário mais forte, todavia os hunters não estavam em suas melhores condições. O guerreiro com seu braço ferido não seria de muita ajuda, assim como o mago, talvez fosse hora de sair.

  Entretanto havia a questão do orgulho, o mestre da guilda havia confiado eles essa simples missão, era um portal rank C, do tipo que as guildas mais fracas ainda conseguem fechar, e eles iriam sair assim? Claro que era justamente por causa desse orgulho que muitos e muitos caçadores nunca mais retornaram de uma Dungeon. Deveriam arriscar?

  - Vamos entrar! - Disse Prestos, o mago das chamas que o grupo tinha tanta confiança. - Seria vergonhoso sair daqui sem o grande prêmio, vamos pegar logo esse cara e acabar com isso.

  - Essa não é a melhor escolha! - Afirmava Eric com seu braço ferido. - Mal posso usar o escudo e sou o tank aqui. Quem vai defender você ou a Sheila. - Falava se referindo a curandeira, mas o tom da voz demonstrava a gravidade da situação.

  - O mais importante é não brigarmos. - A curandeira queria acalmar os ânimos. - Talvez se esperássemos uns minutos para recuperarmos um pouco as energias.

  Sim a ideia da pausa era refrescante, não era nem lutar e nem fugir, com um pouco de tempo eles poderiam recuperar o braço do guerreiro e o mago sua mana. Então o líder da equipe, o mago Prestos aceitou a sugestão e todos começaram a descansar.

  Passaram então trinta minutos quando a porta começou a abrir. Todos os hunters pegaram suas armas e se preparavam para o combate. Os guerreiros se colocavam a frente, a assassina logo atrás se preparava em busca de achar uma brecha e a curandeira e o mago, logo atrás se preparando para os primeiros movimentos.

  Quando então a porta se abriu uma garota peculiar de cabelos loiros com mexas azuis e rosas saia da porta. Não era o chefe, mas uma humana. Ela carregava um bastão de beisebol de madeira escrito Good Night e vestia-se com vestes que deixavam os homens atraídos e as mulheres com raiva.

  - Oi pessal! - Dizia ela ao ver o grupo ali reunido e prontos para lutar. - Desculpa, mas eu matei
o
chefe e isso foi a quase uma hora atras!! - E assim que ela acabou de falar começou a correr em direção a entrada da Dungeon.

  Todos os outros ficaram olhando um para o outro tentando entender o que havia acontecido ali dentro. Mas então o mago, líder do grupo, se ligou nas palavras dela, havia matado o Boss a quase uma hora!!! E se aquilo era verdade o portal estava preses a fechar.

  - COOOORRAAAM! - Gritava desesperado o mago começando a disparar a toda pelo pelos corredores que os levariam até a entrada.

  Não havia mas nenhum sinal da moça que havia passado por eles, mas isso não fez nenhum deles desanimar, aceleravam o máximo que podiam, um dos guerreiros inclusive havia pego a curandeira e a carregavam em seus ombros. E quando chegaram ao portal lá estava a garota de mechas colorias passando pelo portal que logo depois se fechava.

  - BIJIIIIIIIN! - Gritaram todos ao verem que estavam presos dentro da Dungeon.


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Discord vcs já tem.
Bijin
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em Sab 7 Set - 23:36
@Bijin

~Aprovada(o)~




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Mizzu
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em Qua 11 Set - 21:34
"Em meio a escolhas únicas e asperas"

Não era comum, ter consciente, que qualquer coisa podia acontecer numa Dungeon, principalmente considerando a natureza única e invulgar, que era estabelecida a um humano, mesmo que fosse um caçador, que era reconhecidos como sendo ainda mais fortes, que um humano regular. O problema para muitos, é que o sistema de ranking, também definia muito, o que um podia ou nada... suportar. Como caçadores, eles sabiam melhor que muitos, como o mundo podia ser injusto, e os portais que causavam o que sinceramente, mais ninguém queria... Problemas.

Uma das classes que se demonstrava, mais trabalhosa, definitivamente era a classe de Mago, e isso se demonstrava no grupo que agora se encontrava, perto de concluir a Dungeon, o gasto da energia e mana, pelo mesmo, era alto demais, eles não podiam mais agir inconsequentemente, considerando também que um dos seus membros, depois de um severo ataque, tinha seu membro físico imobilizado, isso considerado a boa possibilidade da curandeira, ter conseguindo simplesmente "estabilizar" o problema, sendo que o outro guerreiro também andava uma pasta, agindo também como escudeiro. Uma ênfase era dada a cada palavra que acentuava a condição de todos que ali se encontravam, percorrendo o local húmido, escuro que mal podia ser iluminado com o pouco de mana restante que o mago tinha, acalmando, como se fosse uma voz transmitindo loucura: "Você... é humano".

Todos se perguntaram, de onde estava vindo a voz, mas ninguém queria se pronuciar, como sendo louco, ou que simplesmente não conseguisse suportar o grau de dificuldade que lhe fora imposto... uma simples Dungeon, Rank C. Mas ninguém foi o suficientemente forte, para suportar a aura, que acendeu todos os cristais, que agora circulavam uma enorme porta de com runas entalhadas, no entanto de nada serviriam, visto que até as mesmas estavam, com cortes, como se estivessem sendo riscadas, mas o mago, com os seus olhos atentos entendi apenas um frase no dialeto de invocação de magias: "Para aquele que vê, o seu corpo não sentirá. Não até que aprecie a beleza, encontrada no desastre... viv...". Sua força estava rapidamente se esvaindo, considerando a mana, que tinha sido gastada e claramente, caso tivesse uma batalha, ele não iria servir de muito, mas como qualquer grupo, todo mundo tinha a sua função.

"Venham, venham... A um caminho de glória...". Como esperado, ao empurrarem a porta gigante, que de facto, pouco peso possuía, pelo menos, para os que era chamados de caçadores, ao abrirem a mesma, com os últimos que tinham a mínima resistência, chamas verdes acendiam, como os faróis que indicavam, aonde um avião teria de pousar, levando a uma coluna, onde os membros olhavam de baixo para cima, sendo que seguisse um enorme corpo de serpente, e antes que algum deles pudesse olhar mais para cima, um enorme grito foi liberado pelo mago, a medida que ele criava um muro fino com o último traço de mana — Não olhem para ela! É a boss, é a MEDUSA! — Como caçador, eles definitivamente, conheciam a lenda da medusa, que devido a sua beleza, ele teria sido amaldiçoada, com maldição de ninguém poder olhar para ela, em meio a sua beleza. Com um balançar de sua cauda, ela quebrava o muro frágil, que fora produzido com o intuito de dar ênfase ao perigo que agora eles estavam sendo colocados. Seria realmente possível sobreviver, ao caminho que por eles foi trajado?

Spoiler:

- 'Arthuria#6127
- Sou português, então eu tenho muito tempo, excepto na segunda das 14 as 17h (Horário do Brasil), quarta-feira das (9h as 12h) e sabádo das (9h as 12h).
'Arthuria
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Æther

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em Qua 11 Set - 23:07
A tarde em Seoul parecia boa. Mas era porque o sol estava refletindo suas partículas amareladas, alaranjadas, avermelhadas sobre os prédios modernos da cidade, formando uma espécie de Stonehenge Coreano. Uma leve brisa inundava o local, que deixava a tarde ainda mais refrescante para a cidade, para as pessoas que estavam a habitando. As pessoas seguiam normalmente para suas casas, outras arranjavam seus trabalhos comuns, e, claro, haviam os caçadores que se juntavam em grupos ou entravam em Dungeons para efeitos adversos, também fazendo suas atividades para que a cidade entrasse em atividade sempre, nunca a estagnado ou parando-a.

Do alto de um desses prédios, encontrava-se uma moça. Parecia uma silhueta azulada bem no meio daquela luz toda, naquele colorido todo que inundava a cidade como um arco íris natural e exorbitante. O vento fazia com que seus fios negros e longos esvoaçassem como linhas de tinta escura que destacavam o brilho de seus olhos azuis como o céu espelhado no infinito. Suas vezes eram nada mais do que um moletom de algodão azul escuro, com linhas brancas que subiam pelas laterais dos braços e estava aberto. Além de um short curto preto, e botas. Usava luvas negras.

Ela observou mais um pouco o pôr do sol. — Está na hora, mas o idiota do Gonjin está atrasado de novo. Merda, vou caçar sozinha, eu não tô nem aí. — Resmungou, retirando de seu moletom um pequeno objeto entre as mãos, senão um pirulito de morango. Enfiou entre os lábios rubros que se destacavam na pele translúcida. — E pra piorar, minha unha quebrou,. — Finalizou, observando o dedo aleatoriamente. E no fim ela saltou, caindo em direção às ruas, do alto de um alto prédio de Seoul entre os vários outros da grande cidade, o vento batia contra seu corpo esguio.

Bateu as solas das notas negras, derrapando no vidro do prédio, e descendo rapidamente como se esquiasse. Um sorriso estampava-se em seus lábios pela adrenalina. Logo deu um salto, estendendo os braços e dando um giro. Enquanto isso, iria fazendo um ziguezague, tomando impulso e batendo em cada superfície e descendo, deixando uma linha de poder, de energia azulada para trás. Mas ela se movia tão rápido que deixava apenas o rastro de seu próprio poder. Quando alcançou as ruas rapidamente por sua velocidade absurda, disparou, sem deixar que ninguém a visse, com um único salto parecia sumir ali.

Havia um portal Rank D, aberto perto de um dos metrôs vazios de Seoul. — Bem. É aqui. — Mumurrou, erguendo a cabeça para olhar. — Gonjin não vem, só vai eu. — Finalizou, com um resmungo e passou a esfera do pirulito entre a língua, enroscando ali e encostando na parede interna de sua bochecha. Adentrou o portal, que se fechou. A primeira coisa que aconteceu foi que topou com monstros de primeira, o que era anormal. Um Orc de médio poder, no mínimo laranja encontrava-se ali. Soltou um rugido alto e ensurdecedor o suficiente para que pudesse desnortear os mais fracos.

Mas, a garota não era. Com um sorriso psicótico, ela se deslocou rapidamente, entrando em ziguezague para o lado e o outro. — Meu nome é Ha-na Yo-Lee! Babaca! — Gritou, movendo seus braços e saltando no ar rapidamente. Deixou apenas a linha azul para trás. O som das lâminas finas e míseras, como adagas do assassino, brincaram rapidamente, com vários cortes e estocadas rápidas e furtivas. Letais. Fatais. Em menos de um segundo, a jovem havia parado atrás do Orc, que jorrava uma quantidade imensa de sangue. Seu enorme corpo tombou para frente. Naquele momento, mais orcs apareceram no final do túnel. A menina só fez exibir um sorriso, lambendo os lábios para diversão. Seus olhos brilhavam em azul intenso. — Vamos brincar.
Sāja
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Æther

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em Qui 12 Set - 0:50
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Discord:tô la no discord do SL Magma.


A situação era um tanto precária, os danos a equipe de caçadores naquela Raid foi severo, seus passos calmos na direção da entrada do covil do boss juntamente ao silêncio fúnebre do grupo fazia sensação de frio e pressão aumentar.

Como no mundo dos caçadores a palavra do mais forte é a lei, o Mago de Rank B tomou as rédeas da liderança dês de o primeiro momento em que a equipe entrou na dungeon.

A voz ofegante e cansada do mago soou. - Preparem-se, Curandeiros deem o máximo de cura para nós agora, precisamos finalizar essa Dungeon rápido, já ficamos tempo demais aqui.

Os curandeiros de sua equipe reagiram rapidamente a suas ordens, todos ali eram caçadores com certa experiência afinal.

Não se passou muito tempo até que eles decidiram passar pela porta, quando ela se abriu rangendo eles não conseguiram deixar de ficar cada vez mais tensos, um boss ainda era um boss afinal, independente de seu rank.

Eles entraram no covil e notaram que ele parecia com um grande salão circular, um templo. Repleto de adornos dourados e pinturas e símbolos parecidos com hieróglifos na parede, no centro do teto havia um grande lustre que iluminava todo o salão.

No centro do circulo haviam quatro grandes pilares que pareciam formar um quadrado, esses que também estavam repletos  de desenhos estranhos, o mais surpreendente era que no centro do templo havia um altar onde um grande ovo estava posto, ele parecia ter de quatro a cinco metros de altura e como estava no topo de um pequeno altar parecia ainda mais alto que o normal.

No chão a frente dos caçadores duas asas negras estavam desenhadas, elas passavam uma sensação mais tirânica do que o ovo que por sinal mesmo deixando claro que era onde estava o boss ele não tinha uma sensação tão assustadora assim.

- Só um pássaro? Um dos membros da party falou, mesmo sabendo onde estava ele não conseguiu deixar de conter seu desdém, o ultimo boss que ele havia enfrentado tinha sido uma aranha gigante, isso de longe parecia muito mais assustador para ele.

Antes que eles pudessem dizer qualquer coisa a porta do covil se fechou com um baque abafado, isso fez com que alguns deles congelassem, mesmo com a cura eles ainda estavam em uma situação precária.

O ovo começou a se rachar de cima para baixo e então um bico brilhante e amarelo perfurou de dentro para fora e abriu definitivamente o ovo. Sequer tiveram tempo de ponderar sobre qual tipo de ave era, o corpo amarelado do ser cresceu em seus olhos e a envergadura de suas asas chegou a cobrir parte da luz que era enviada na direção dos caçadores, fazendo com que eles não fossem capazes de ver as feições da criatura com exatidão.

- KICHAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA.

Depois de um guinchar que fez com que todo o covil tremesse a criatura abaixou o corpo e olhou na direção dos caçadores com olhares ardentes de fúria, aparentemente irritado por terem perturbado seu sono.

A ave possuía uma mistura de verde e amarelo brilhante em suas penas, suas garras fincaram no solo abrindo buracos para seus três dedos com força e fazendo com que algumas rachaduras surgissem, ela tinha grande olhos esbugalhados que fitavam os caçadores, e suas sobrancelhas franzidas diziam claramente que ela estava pistola.

O membro da party que havia falado antes engoliu em seco qualquer outra palavra que pudesse sair naquele instante, agora ele sabia que tipo de criatura infernal eles iriam enfrentar. Um caótico canarinho. Ou melhor, um monstruoso canário.  


OBS:Eu escrevi como pude, só para descontrair a história, avalie mas aproveite. É claro q nas aventuras eu farei post com seriedade. '0'
X
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Æther

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em Qui 12 Set - 10:23
@'Schrödinger e @X   Aprovados

@SĀJA Recusado (por hora)
    Então man, eu curti sua narração, descrição de cenário, os detalhes pra com a personagem, expressão e essas paradas, deu pra sentir uma certa vida, Mas... Uma coisa importante de um Narrador é se manter atento as regras, e esse tópico tinha uma, utilizar o background passado da forma como preferisse. Eu até pensei que a personagem estava indo resgatar o grupo ou algo do tipo, mas não aconteceu. De qualquer forma você pode tentar novamente a qualquer hora, sua narração é promissora e aguardamos a nova tentativa.

~Abraços
DEV.Reme
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em Qui 26 Set - 16:36
O grupo se aproximava da porta, o desconhecido os esperava além daquela passagem, a diferença de ranks entre os aliados era clara, o mago apesar de cansado parecia estar em boas condições, assim como a assassina e a curandeira. O mesmo não podia ser dito dos guerreiros, os menores ranks do grupo estavam bem cansados e um até mesmo tinha uma feia ferida em seu braço dominante, apesar da cura de sua parceira o ferimento ainda exibia sua carne rúbea através de sua abertura em rejeição ao tratamento operado.
Quando pisavam bem próximo a porta, um rangido se ouvia e poeira caía da porta enquanto ela se abria sozinha perante a chegada dos heróis.
Conforme o portão se abria, dava a visão de um seco jardim de rosas que outrora devia ser bonito, mas agora era apenas um emaranhado de galhos secos, folhas mortas e espinhos pontiagudos, porém a visão no centro do jardim fez o líder do grupo, o mago, sentir uma gota de suor escorrer por sua testa.

Era um ente lich, uma árvore anciã cuja vida era dada por magia e que aparentemente recebeu sua vida no corpo da maior árvore daquele jardim morto, era uma planta zumbi com poderes mágicos, um oponente fácil de matar, porém com truques chatos de lidar na manga, um monstro que ele devia ter imaginado que poderia vir a ser devido aos outros monstros vistos na raid e feito uma pausa para se prepararem no salão anterior.

Algumas folhas mortas da árvore morta brilhavam em vermelho e um som assombroso saia de um buraco no tronco parecido com uma bocarra retorcida. O guerreiro ferido urrava de dor junto com a criatura e logo a causa de sua ferida persistir tanto contra a cura se mostrava. Uma semente parasita posta pelo monstro que causou a ferida brotava na mesma e pequenos ramos se espalhavam pelo corpo deste, seu corpo parava de seguir seus comando e seu punho do braço ferido fazia um movimento de soco contra a curandeira que quase era pega.

Os aventureiros olhavam incrédulos para a cena, seu companheiro estava com um olhar distante, vinhas se espalhavam por seu corpo e tomavam controle de suas ações. Era hora deles mostrarem seus valores, acabar rapidamente com o boss, ou salvar seu amigo antes de qualquer coisa, sairiam de lá com seus amigos? Tesouros? Ou ambos?Essa era a batalha final de sua excursão épica as entranhas daquele portal.


Discord:
Pierce#5855

meus horários dependem do meu trampo, n da pra saber exatamente em que ponto do dia estou livre, mas sempre estou livre por umas 6 horas diárias exceto em situações incomuns
Deep
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em Sex 27 Set - 22:59
@Pierce
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Æther

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em Qua 2 Out - 20:44



O clima era pesado e o silêncio perpétuo, a razão para tamanho incômodo vinha se exatamente do que estava diante de seus olhos fazendo seus dentes rangerem e os pelos do corpo entrarem em acordo com seus sentimentos internos arrepiando se loucamente como se avistasse um espectro,algo que não estava longe de ser uma possibilidade.Uma imensa aura azul fluía por entre suas aberturas emanando sobre toda sua estrutura repleta de símbolos e marcas desconhecidas e que embora fossem de significado oculto eram facilmente reconhecidas como algo de mal agouro, quem sabe um sinal da morte iminente que parecia preparada com sua foice voando pelas suas cabeças jovens.


Cada indivíduo possuía sua própria estatura diferenciada, todos desiguais em tamanho ou personalidade mas reunidos por um objetivo em comum, o mais jovem dos guerreiros era alto e magro com uma armadura leve e um escudo redondo em seu antebraço esquerdo enquanto uma rapieira se alinhava sobre sua mão direita, uma escolha totalmente diferente do seu parceiro que optara por armaduras pesadas de corpo inteiro e um longo machado de duas mãos.A curandeira era linda e repleta de beleza mesmo com a poeira lhe cobrindo o rosto seus longos cabelos sedosos e castanhos pareciam cintilar com a iluminação das tochas. O assassino possuía roupas escuras que o camuflavam perfeitamente ao ambiente e o mago  cicatrizes de combates passados realçando seu corpo vivido e malhado para a idade.


"Eeeh...Acho que deveríamos retornar!"Exclamava um dos guerreiros quebrando toda a atmosfera com sua voz tomada pelo pavor que nem ao menos se via na necessidade de esconder."Tomás está com ferimentos graves e eu não sei ….essa porta… toda essa sensação desagradável...acho que...acho que…"


"Basta!"Retrucava o mago acertando seu cajado ao chão irrompendo um pouco de fogo sobre a ponta clareando seu rosto de maneira a representar sua face furiosa repleta de  indignação"Se acha mesmo que iremos dar com as calças arriadas e sair com as mãos abanando está muito enganado rapaz". Seus passos eram pesados e com um simples gesto empurrava Tomás ao chão com uma estocada bem dada em seu abdômen."A razão por este incompetente estar ferido e sua falta de bom senso com relação às criaturas que aqui habitam, se ele não sobreviver a esta noite pouco me importa, não deixarei de faturar pela falha de um único indivíduo"


O assassino mantinha a compostura sem intervir em nenhum dos lados, com seus olhos passando de um indivíduo ao outro calculando como a situação acabaria e se era realmente benéfico permanecer para ver a resolução, algo que não poderia ser dito da curandeira que corria se jogando aos chão ao lado do homem ferido:


"Hey está tudo bem? O seu braço não abriu os pontos não é mesmo? Por céus Arquimedes este rapaz está ferido como pode simplesmente golpeá-lo com força, foi você que acolheu os rank menores para essa expedição mesmo sabendo que minha opinião e de Arthur"O assassino parecia ter finalmente focado sua atenção com o som de seu nome ecoando aos ouvidos porém de maneira casual recuará se alguns passos para trás não querendo tomar partido.


"Está tudo bem…." Respondia Tomás com a voz fraca mordendo os lábios para suportar a dor. " Ele está certo a culpa é minha por isso tomarei responsabilidade…Eu irei abrir a porta e olhar seu interior, se for perigoso demais basta me deixarem para trás...só prometam que irão cuidar do Eddy na minha ausência…."


"Hey!Você perdeu a cabeça não faça isso!" Mas era tarde demais e com um jogo de corpo com o braço bom abrirá a porta ao solavanco como se um aríete houvesse atingido seu ponto, uma neblina espessa começava a percorrer pelo solo livre enfim dessa sala maldita encontrando seu percurso em direção a passagem recém aberta. A aura parecia mais intensa e receptiva como se estivesse clamando pelo seus visitantes. Tomás fazia menção de colocar se o pé a frente mas sem explicação ou razão fora sugado para seu interior e as portas se fechavam rapidamente com um imenso estrondo.


Tomás!Gritava Eddy em desespero socando a porta lacrada que  permanecia se firme embora seus dedos começassem a sangrar. "Para trás, seu pivete isso não é trabalho para um amador". Arquimedes se punha em frente a porta apontando sua arma bem ao  centro enquanto exclamava seus cantos dando tempo do jovem guerreiro apenas pular para os lados antes de finalizar.


-"Gigaflare!"Um imenso círculo mágico se formava conforme palavras ganhavam forma física saindo de suas bocas, tornando se as labaredas que desenhavam se sobre a superfície, transmitindo a energia necessária na área onde era concentrada todo seu poder e em um único disparo explodia a barragem abrindo caminho com todos correndo ao auxílio do companheiro abduzido.


A sala era espaçosa repleto pela densa camada de neblina  sobre várias estátuas de guerreiros de pedra bem vestidos reverenciando se a um imenso trono vazio subindo os degraus de uma grandiosa escada. Tomás estava próximo dos primeiro degraus  de costas para o partido e corpo rígido Eddy esticava sua mão esquerda para alcançá-lo mas a curandeira a abaixava colocando se à frente de todos. A figura que outrora fora um companheiro virava se revelando a podridão de seu estômago perfurado e seus olhos com brilho intenso de aura azul. Dedos esqueléticos faziam seu desfile pela sua carne apodrecida e revelava se por de trás de seu recém adquirido espólio, uma criatura para muitos evitada e esquecida.


"Devemos fugir". Declarava o mago suando frio pela primeira vez diante a figura solene do rei espectral.
 


Rei Espectral:
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