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[Ficha] Sicília D'Arco

em 14/1/2020, 22:19
Nome: Sicília D’Arco

Rank: B

Classe: Warrior

Sub-Classe: Fighter

Gênero: Feminino

Idade: 19

Altura: 1,63 cm

Peso: 51 kg

Tipo Sanguíneo: O+

Localização: Seul

Origem: Palermo, Itália.
Imagem Personagem:
[Ficha] Sicília D'Arco QKpRLOa
Imagem Secundaria:
[Ficha] Sicília D'Arco FKpY6xy
Aparência:

Dotada de uma beleza delicada e formosa, pode-se dizer que Sicília é uma jovem bonita e harmoniosa num todo. Portadora de grandes olhos, cujas íris possuem tons cristalinos, onde dependendo de ângulo e luz podem oscilar entre o verde claro e o mais escuro; seus olhos detém de um formato felino por ser puxado e inclinado, embora estreitos. Os cílios não são em grande quantidade como de alguns e é bem raro você os enxergar se estiver muito longe; mas isto dá-se as características de seus traços herdados da parte materna, obviamente possuindo exceções. Com um formato semelhante ao que chamamos de coração, os lábios superiores são puxados para baixo se distribuindo em uma fina linha, enquanto os inferiores detém um pouco de volume, com uma coloração naturalmente rosada e saudável. Sua pele é pálida, ligeiramente amarelada ainda que não muito perceptível. O formato do seu rosto é V, com bochechas levemente salientes e queixo arredondado. Seus cabelos são de uma coloração negra natural, distribuída em longos fios lisos. O corpo da garota pode ser descrito como um dentro do padrão imposto na Coreia do Sul. Tem uma estatura mediana, possui busto mediano e um quadril pequeno, porém que se encaixa bem com o restante do corpo.
Personalidade:

Alguns dizem que a personalidade da jovem é reflexo de uma infância solitária e carente, no entanto, ela descreve a si mesma com o que podemos chamar de coincidência, relutante em admitir que algumas de suas características foram sim moldadas por seu passado. Um exemplo que pode ser dado é o gênio maduro e protetor, visto que, coloca o bem estar das pessoas queridas acima do seu, adquiriu uma certa maturidade e responsabilidade quando o assunto é de tais. Apesar de ser alguém bem fechada, ela demonstra um apego com aqueles que consegue se aproximar, não visa o tempo como importância e sim a intensidade da relação, por isso pode ter conhecido alguém há algumas semanas e já se importar com tal.
Desde cedo adquiriu um gosto por livros e estudos, isso colaborou para um bom intelecto. Ela não tem um QI extraordinário e nem nada do tipo, entretanto ler livros escolares se tornou um hábito tão grande que ela nem notava que já estava lendo artigos. A criatividade lhe deu impulso para pensamentos rápidos e lógica sob pressão, sendo muito boa em estratégias e ousada em ações de qualquer tipo.
Á primeira vista, Sicília passa a imagem de uma mulher totalmente séria, não que ela não seja de fato, entretanto o lado gentil consegue amenizar essa impressão. Quando se convive com ela, são quebradas todas as ideias possíveis de uma pessoa brava e são substituídas pela aura confortável que ela tem;
De todo, é um livro aberto: não possui grandes ou sequer interessantes segredos, ela é transparente com todos, não tem medo de mostrar o que sente e nem o que pensa, é verdadeira com todos e não consegue simplesmente engolir sentimentos, pois prefere ouvir sua voz se desmanchando em honestas frases do que ouvir tal sussurrando as mesmíssimas fitas para seu coração cansado.
Não costuma se envolver em assuntos que não são seus, sendo o total oposto de uma pessoa curiosa. Falando mais da sua parte complicada, muitas vezes ser extremamente racional não ocasiona em boas situações, ainda mais para alguém como Sicília que sofre com certo grau de ansiedade. É dona de uma mente barulhenta, que não parece descansar nem mesmo quando tenta desligar-se do externo; são incontáveis as noites de insônia que já teve durante a vida graças aos seus pensamentos em ciclo vicioso. Preocupações, obrigações, planejamentos, lembranças desconfortáveis, tristezas, dificuldades e desejos; em determinado momento todos esses fatores a impedem de relaxar por completo, sua cabeça realmente não parece acompanhar o resto do corpo, não enquanto trabalha à todo vapor.
Se deixar levar pelas emoções não é algo de seu feitio, ainda que seja protetora e cuidadosa, não se comove tão facilmente com terceiros ou situações consideradas lamentáveis, se mantém a uma distância razoável de tais, sendo alguém que visa a racionalidade como o mais importante. É um tanto observadora demais ao que se passa ao seu redor, podendo se prender aos mínimos detalhes. No geral Sicília possui uma personalidade muito fluida, se adaptando ao meio em que vive.
História:
"Encolhida atrás do tecido fino da cortina, a criança trêmula observava a imagem do corpo de sua mãe estirado na sala, o sangue espalhava-se rapidamente pelo carpete manchando-o com o tom carmesim, os olhos da mulher a encaravam, enquanto tentava pronunciar alguma coisa, Sicília cobriu o pequeno par de orelhas e fechou os olhos, desejando que aquilo fosse um pesadelo. O fator determinante para a morte da mulher fora a invasão repentina na casa, em meio a comemoração do aniversário da pequena criança, as pessoas encapuzadas livrarem-se de todos os convidados e quando estavam apenas mãe e filha, tiraram a vida da mais velha com um único tiro no meio de sua testa."
Marcada pela morte da mãe, Sicília não teve uma infância normal em comparação com as outras crianças. Desde muito cedo precisou de auxílio psicológico para lidar com as crises de pânico e a dificuldade em se relacionar com outras pessoas que não fossem seu pai ou sua avó. Tinha aulas particulares em casa e raramente era vista perambulando pelas ruas da cidade. Reprimia suas emoções ao ponto de passar dias sem se comunicar com sua família. Uma das únicas coisas que atraia a atenção da garota era a música, quando passou a receber aulas de piano parecia que uma nova oportunidade de recomeçar sua vida lhe era concedida.
A condição financeira de sua família era tão comum quanto a de qualquer morador de seu bairro de classe baixa, no entanto, diferente das outras crianças Sicília possuía um caríssimo piano e aulas particulares, bem como psicólogo, isso nunca lhe pareceu algo questionável até que fora confrontada por outras crianças, assim perguntas começaram a impregnar sua mente. A medida que crescia e se desenvolvia, fora notando que seu pai não possuía um trabalho, mas nunca faltava comida em casa; sua avó também não trabalhava e não era aposentada, mas sempre tinha tudo o que necessitava. Estes eram mistérios que a garota tinha medo de desvendar, até que um dia, quando voltava da escola ela notou que haviam pessoas estranhas em sua casa, seu corpo paralisou ao ouvir uma voz feminina, a que nunca tinha esquecido desde o assassinato de sua mãe. Era a mesma que gritava para ela ficar longe e quieta.
Seu pai trabalhava para um traficante desde antes de seu nascimento, a relação com sua mãe viera dali, onde se conheceram em meio a reunião. Quando o casal pensou em se afastar dos negócios sujos, os ‘chefes’ foram contra e como uma punição mataram a mulher, ao menos fora isso a avó contara para Sicília. Carregada por todos os sentimentos ruins que a acometiam, ela chorou pela primeira vez desde o trauma. Haviam muitas questões que surgiam aos poucos para ela, no entanto, preferiu findá-las e não se envolver a fundo com essa parte da vida.
Desde a revelação de sua avó, a garota aos poucos ia deixando de sentir afeição por seu pai. Quanto mais o tempo passava, o sentimento de raiva ia sendo depositado na figura paterna, ela o culpava por não ter sido capaz de proteger a quem amava, mesmo sabendo do perigo que corria. Contudo, quando estava só todas as palavras dura que dizia para o homem voltava para si mesma, causando-lhe dor. Sicília começou a praticar diversas atividades que a fizessem ficar fora de casa, se dedicava principalmente a corrida e ao nado, onde seus pensamentos pareciam ficar em ordem.
A avó adoeceu e passou a frequentar o hospital constantemente, sempre ficava ao lado da mulher fosse para cuidar dela ou apenas repousar ao seu lado. Não querendo mais depender do dinheiro de seu pai, conseguiu um emprego de meio período em uma pousada de Palermo, a cidade recebia muitos turistas de forma que aquele meio de economia era rentável e agitado em questão de funcionários. Com o tempo sobrecarregado a garota não esteve ao lado da avó na de sua morte. Decidida a não ficar mais na Itália, partiu para a Coreia do Sul, onde a irmã de sua mãe vivia.
Faziam quatro anos que portais haviam sido abertos, mas era algo tão longe da realidade simples de Sicília que ela vez ou outra lia sobre algo assim na internet, contudo, isso mudou ao conviver com sua tia e o marido dela, um caçador rank D e uma curandeira de nível C, eles formavam um casal aventureiro interessante. A garota se privara de receber amor das pessoas, tendo só o de sua avó, porém com os dois era tão fácil ter uma relação, a possibilidade de perdê-los causava uma sensação esmagadora em seu peito. Com quinze anos ela começou a praticar Krav Maga — a arte marcial israelense —, com seu tio, isso não o beneficiaria, mas segundo ele era para a proteção pessoal dela, com o tempo aprendeu a valorizar os dolorosos golpes que aprendia. Mais tarde passou a aprender sobre o que eram os monstros com sua tia, que a todo momento se atualizava sobre eles, a princípio eram apenas comentários, então vinham as conversas na hora das refeições até que começaram a falar por horas sobre.
Sicília convivia com caçadores, tinha amigos que eram caçadores e trabalhava como babá para uma família de caçadores, mas ela não tinha a intenção de se tornar uma. Seu plano era ter uma vida cômoda, se tornar uma funcionária pública e ganhar dinheiro o suficiente para se sustentar até que a morte viesse, era uma visão deprimente para alguns, mas ela estaria satisfeita com aquilo. Determinado dia, enquanto cuidava de seus afazeres uma estranha situação aconteceu, algo em seu interior parecia diferente, uma sensação incômoda. Sicília havia despertado, sem estardalhaço ou alarde, não contando com isso sua vida havia sofrido uma reviravolta.
Relutante em aceitar seu destino, a perspectiva mudou quando seu tio ficou gravemente ferido em uma raid, em uma conversa com a tia decidiu que se tornaria uma caçadora, com isso passou a treinar arduamente. No decorrer do treinamento, não foram poucos os momentos em que passou por situações que lhe proporcionaram o aprimoramento de sua audição e sentidos, com direito a combates vendados e distinção de ruídos próximos de si, tornando seu ouvido um tanto sensível.
Sua vida sempre fora cheia de “mas” e “poréns”, perda de pessoas que amava, e alguém sempre fora seu suporte para continuar vivendo, só que ela assumiria o controle de sua própria vida. Ao completar dezenove anos teve seu rank avaliado, iniciando a jornada.
Força: 160
Inteligência: 95
Agilidade: 145
Sentidos: 145
Vitalidade: 155

Moradia: Por hora divide um apartamento médio com seus tios.
Perícias/Maestrias:
- Artes Marciais: Krav Maga
- Escutar
- Monstrologia
- Sangue-frio
- (Luta às Cegas)

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Última edição por Sicilia em 17/1/2020, 00:23, editado 1 vez(es)
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em 16/1/2020, 12:22
~N E G A D O~


A Perícia Armas Brancas deve ser específica de qual arma se trata, necessitando de uma perícia para cada uma. Como lutadora, você tem uma opção bem vasta de escolhas já disponíveis, desde machados, espadas, lanças até manoplas. Então essa perícia seria para algo mais exclusivo, como Mace, Adagas, ou algo do gênero... Basicamente, armas que outras classes usam. Particularmente, não acho que precise de armas brancas como lutadora, você já tem uma opção bem ampla delas liberadas sem o uso de perícia, só pela classe mesmo.

Artes Marciais segue o mesmo esquema, necessitando especificar qual arte em questão, no seu caso, só colocar um Artes Marciais: Krav Maga. ali. Eu não teria recusado a ficha só por isso, mas como vai editar de qualquer forma pela outra, já aproveite e adicione isso também.

Coloque uma passagem na historia para a "Luta as Cegas" , algo bem simples já é aceitável tipo "Durante os treinamentos marciais, em alguns momentos tinha que treinar com uma venda para aprimorar sua audição e percepção do mundo." Aí já até cobre o Escutar junto (já descreveu o Escutar, mas ne...)

Uma última coisa: Gostei bastante da personalidade e história da sua personagem, mas cuidado com um pequeno detalhe ali na personalidade onde no começo tu diz ser alguém propensa a aceitar os outros (Empática) e no final acaba dizendo que não liga muito para sentimentalismo (apática). Ficou meio controverso, mas isso não é motivo para negação, só uma dica pra você não se enrolar durante a interpretação de personagem mesmo... Caso a intenção fosse essa bipolaridade mesmo, só ignore isso
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em 17/1/2020, 00:26
Obrigada pelas observações, devidas modificações realizadas.
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em 17/1/2020, 09:22
~A P R O V A D O~


Aguarde a emissão da ficha pelo responsável.
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