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As Branquelas

em 22/7/2020, 23:07




Aventura

Aqui ocorrerá a aventura dos Caçadores Evgeny Hanayama Ivanovich, Hasegawa Risa, Mikaela Silverstone e Sarah Lazo, a qual não possui narrador definido.

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"Talento, Honra e Lealdade"

em 24/7/2020, 00:30


As Branquelas — 001


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Não fosse o bip intermitente a poucos centímetros do meu rosto, provavelmente teria continuado deitada por mais algumas horas. Na verdade, até mesmo com o bip eu custei a me mover, como se o alarme fosse se silenciar se eu permanecesse imóvel por tempo o suficiente. O que não aconteceu. Infelizmente. Preguiçosamente, estiquei meu braço em direção ao som inconveniente e desliguei o alarme. O silêncio que se seguiu, aliado à maciez do futon, quase me embalou de volta ao sono.

Contudo, hoje era o dia em que sua prima Mikaela chegaria no Japão. A viagem dos Estados Unidos até ali era longa e cansativa e não podia deixá-la esperando. Apenas isso para me fazer, com um grunhido, me sentar, recusando o sono persistente e a vontade para voltar para algum sonho. Imaginei como os meus cabelos deveriam estar uma zona enquanto esfregava o rosto com a destra, numa tentativa não muito efetiva de afastar a preguiça. Foi então que senti o Hicchan, uma pelúcia que ganhei dos meus pais quando menina, em meu colo. O acariciei, lembrando-me de uma época que nunca mais retornaria e que para sempre lembrarei com saudade.

Com um suspiro resignado, me levantaria, apenas parcialmente acordada, e arrumaria meu lençol e meu futon, seguindo uma sequência já decorada pelo meu corpo, pois dificilmente conseguiria fazer muita coisa pensada no momento. Seguiria direto para o banheiro, me escovando e tomando um banho rápido com água fria, despertando, por fim. Após escolher uma roupa casual e me vestir, tendo cuidado para cobrir meu corpo queimado com a roupa e as cicatrizes de meu rosto com o cabelo, sai do quarto.

Desperta e animada, passaria pelo quarto da Sarah e bateria duas vezes na porta, chamando-o: — Ohayo, Sarah! Já está quase na hora de irmos! — Apressaria, mesmo sem saber o hora atual, rindo baixinho. Desceria as escadas rapidamente, correndo até a cozinha e colocando alguns ovos para cozinhar, assim como uma chaleira com água para esquentar. Não era uma cozinheira, então algo básico assim teria de servir como café da manhã para nós duas.

Quando ela chegasse a cozinha, a abraçaria rapidamente, me afastando timidamente pouco depois. Buscando mudar de assunto, perguntaria rapidamente: — Finalmente vou conhecer a Mikaela pessoalmente. Você deve estar morrendo de saudades dela! — Ouviria a resposta ao passo que verificaria os ovos e a água, desligando o que fosse necessário e seguindo com o preparo da nossa simples refeição.

Quando terminássemos de comer, levaria nossos pratos para a pia e deixaria lá para depois. Ainda tinha esperanças de um dia os pratos se lavarem sozinhos, com sorte seria hoje! Com um sorrisinho bobo no rosto, iria até a porta e pegaria minha boina, colocando-a levemente inclinada para o lado direito do meu rosto. Também aproveitaria esse momento para chamar o Uber que nos levaria até o aeroporto. — Vamos? — Indagaria, apressando Sarah novamente.

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Nome: Hasegawa Risa
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H. Risa

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em 24/7/2020, 02:25


Abriria os olhos e logo em seguida olhava para o relógio na cabeceira. Minha irmãzinha chegaria em Sapporo às oito da manhã se o avião não atrasasse. Estava tão ansiosa por esse momento que quase não dormi direito. Memórias recentes do relógio marcando uma e duas da manhã eram constantes em minha mente naquele momento. Acabei apagando e as últimas horas pareceram um mero segundo para mim. Sentia a adrenalina subindo só pelo medo de perder a hora, havia planejado acordar as seis. Por sorte tudo estaria bem e poderia relaxar para ir até o aeroporto de Okadama. Queria ter tempo mais que o suficiente para chegar no aeroporto de Okadama e localizá-la.

Se preocupar com uma adulta parecia besteira, mas não lembro dela citando que teve aula de japonês ou qualquer coisa do tipo. Imagino a caçulinha se perdendo com facilidade se eu a deixar sozinha andando por aí. Além é claro, de eu querer dar um forte abraço nela. Fazia muito tempo que eu não via ela e não conversava pessoalmente com Mikaela. Acabei me levantando da cama, minha mente estava focada em partir para o aeroporto, mas acabava voltando para a realidade quando minha prima batia na porta me lembrando que daqui a pouco estaríamos de partida.

Não havia motivo para ter pressa. Não muita pelo menos. Faria a cama, parente chegando, é sempre aquele momento que você arruma mais a casa do que o normal. Escovava meus dentes e penteava um pouco o cabelo para simplesmente deixá-lo um pouco mais baixo. Tomava um banho rápido com aquela touca apertada só para não ter que secar o cabelo. E olha que eu o deixava curto.

Após o banho, me vestia de forma bem simples, só uma camisa escura, uma calça jeans e um bom par de botas. Na verdade, a gente só ia buscar Mikaela e provavelmente ela dormiria pelo resto do dia. A viagem não era curta, provavelmente ela estaria cansada. Mas a vontade com certeza seria de conversar com ela o dia inteiro. Quando desci, Risa já estava com a comida pronta. Ela me abraçava e fazia o mesmo na medida do possível. A pobrezinha tinha uma timidez sem tamanho. O tempo passava, mas as vezes era difícil de entender ainda quão próxima a gente era. – Bom dia. – Falava animada. – Com certeza. Vocês duas vão se dar bem... – Falava enquanto apreciava aquele simples, mas apetitoso café da manhã. O dia estava ótimo, nada poderia arruiná-lo. – Bem, se vocês conseguirem conversar. Não sei se ela sabe japonês. – Terminava de falar sorrindo ainda imaginando a dinâmica que aquelas duas tímidas meninas teriam sem nem conseguirem falar a mesma língua.

Engolia o café da manhã. E ajudava a minha prima com a louça, ela não parecia querer limpar a louça, então quem era eu para discutir, queria só partir para o aeroporto. Pegava meu dinheiro e colocava no bolso de trás da calça, o celular colocava no outro bolso de trás. – Com certeza. – Respondia animada. Ao sair na rua olhava para o céu querendo ver como estava o tempo, se tudo desse certo estaria bem aberto e pronto para um pouso tranquilo.


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em 27/7/2020, 23:25


Depois de tanto insistir minha mãe finalmente havia me deixado sair de casa, apesar de não ter conseguido sua permissão antes de completar 18 anos está ainda era uma vitória e tanto. Meu destino era o Japão, iria me encontrar com Sarah, minha irmã, após muitos anos quando ela foi embora de casa por causa de nosso pai. Mesmo sentindo muita saudade dela não poderia culpá-la já que estava sendo pressionada a fazer o que não queria pelo nosso progenitor.

A viagem até Sapporo era longa e eu não aguentava mais ficar tanto tempo dentro do avião devido ao cansaço que estava sentido no momento. Por sorte, da última vez que ouvi a voz do piloto estávamos próximos do aeroporto de Okadama. Com isso poderia me sentir um pouco mais aliviada, afinal poderia descansar de forma melhor quando chegasse onde minha irmã estava morando. Essa era a minha primeira vez viajando de avião, então as coisas devem ser piores para quem não está acostumado com isso.

Um dos grandes problemas dessa minha vinda para o Japão era o fator idioma já que não tinha feito nenhuma aula e o pouco que sabia havia visto em livros. Teria de me virar utilizando o inglês e torcer para conseguir encontrar alguém que me entendesse quando estivesse falando - Espero encontrar elas logo para não ter muitos problemas estava conversando comigo mesma. Esse hábito era um tanto comum já que prefiro estar sozinha na maioria do tempo observando as coisas nos meus arredores.  

Quando chegássemos no aeroporto eu primeiro esticaria o meu corpo para me livrar da tensão que havia se acumulado durante a viagem. Após isso iria atrás das minhas malas e pedir alguma informação para quem conseguisse abordar por ali - Hello, which way are the taxis and ubers? (Olá, para que lado estão os taxis e os ubers?) questionaria. Não me sentia tão à vontade em conversar com desconhecidos, mas nesse momento teria de superar minhas limitações. Caso não encontrasse ninguém para me ajudar iria procurar um lugar para me sentar com as malas por perto e dessa forma mandaria uma mensagem para Sarah.

Whatsapp escreveu:
Heyyyy Sarah, vocês já estão vindo?


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Última edição por Vincent em 29/7/2020, 09:02, editado 1 vez(es)
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em 29/7/2020, 01:04


O dia acabava de nascer quando eu despertava e me levantava de meu sofá. Meu kitnet não era tão espaçoso, afinal, era um kitnet... na realidade, ele fazia parte do modelo mais econômico de todos possíveis e também da categoria mais pequena; com somente 10m² não era possível se ter uma cama por lá ou gastaria muito espaço. Mas, por mim não tinha problema, nunca me interessei muito em encher ele com móveis, somente o necessário para mim já era o suficiente. Fui para o banheiro, o único cômodo além da sala de meu kitnet e logo comecei a tomar banho de água gelada, perfeita para fazer o seu corpo despertar. Higienizei meu corpo e depois escovei meus dentes e logo após vesti minhas roupas leves e de treino. Primeiramente eu comi algumas frutas para me dar energia e logo comecei minha bateria de treinos matinal.

Essa era a minha rotina, logo de manhã eu colocava minhas roupas de treino e começava o dia com repetições de abdominais, flexões, agachamentos. Desde pequeno eu lutei para conseguir um corpo que na minha visão era o ideal para mim. Infelizmente, não tinha tanto espaço na minha moradia, então eu não conseguiria colocar todos os equipamentos de treino que eu gostaria de ter... então isso me limitava a usar de treinamentos simples em casa e para usar equipamentos para o treino (exceto pelo meu makiwara), eu tinha que sair de lá diariamente até o dojo de karatê, oportunidade essa que eu utilizava para correr e queimar minhas calorias. Após as repetições, eu partia para o meu makiwara, onde eu treinava os princípios do karatê, como por exemplo o seiken (golpe com punho médio), que é considerado hoje em dia como o símbolo do karatê.

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Após realizar meu treinamento de karatê, eu dava uma pausa, começando a me hidratar e me alimentando mais um pouco.- Hoje vai ser um dia daqueles.- eu falava comigo mesmo. Meu dinheiro da última caça estava acabando e os dias que eu tinha de "folga" das dungeons também. Afinal, eu nunca levei muito a sério trabalhar como caçador em tempo integral. Para mim, o karatê e o snowboarding ainda eram muito mais interessantes! Mas, era inegável que era possível se fazer uma boa renda com os espólios da caçada e também eu acabava conhecendo pessoas interessantíssimas dentro das dungeons!

Então logo eu saí de meu kitnet, realizando a minha corrida matinal e como eu morava perto do centro da cidade, e eu pegava uma das rotas mais comuns de corrida que se tinha pela cidade, a que passava pela loja de pneus usados, pelo aeroporto e por uma clínica. Lá era comum ter bastante gente realizando seus exercícios e eu não incomodava de falar com os companheiros de corrida.- Bom dia!- eu falaria ao passar perto de qualquer um dos corredores, ainda que com meu ritmo bastante acelerado, provavelmente eu ultrapassaria a maioria deles. Como de costume, eu pararia próximo ao aeroporto, que era basicamente metade da trajetória da minha corrida, para tirar um pequeno descanso e logo me preparar para o restante do trajeto.

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Nome: Evgeny Hanayama Ivanovich
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em 30/7/2020, 16:30

   
 


As Branquelas Parenting
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Introdução
| Localização: Sapporo | Horário: 07:30| Clima: 18°C |

Um amor incondicional que ultrapassa gerações, doação, carinho e conforto. Seja religiosa ou culturalmente, pais e mães são vistos como figuras quase sagradas no que diz respeito ao amor e à relação com os filhos. Mas, essa não é uma realidade em todas as famílias. Ainda que endeusados, pais são tão suscetíveis ao erro quanto seus filhos, sendo o mais comum dentre os erros o egoísmo e a mal gestão de seu tempo, os tornando ausentes no âmbito familiar como também na sua função de cuidador. Esta lacuna cria por vezes problemas psicológicos sérios, baixa autoestima e em algumas situações leva os filhos a decisões desesperadas como fugas ou a busca incessante pela aprovação/aceitação de seu progenitor, sufocando seus desejos e vontades.  

Ainda que a pressão familiar seja uma doença sútil que muitas vezes ocorre sem ser percebida, nada é mais doloroso que a perca precoce de seus cuidadores. A obrigação de ser adulto ainda criança é uma realidade mais comum do que aparenta, exigindo por vezes o sufocamento da adolescência para dar as mãos as obrigações e deveres. Situações como essa ainda podem se agravar em caso de ausência no suporte familiar por parte de tios ou avos, tornando-se órfão e ficando à mercê de um governo e institutos de adoção. Hoje, querido leitor, apresento a vocês três jovens que ainda novas enfrentaram situações semelhantes a essas descritas. Essa trama se passa em Sapporo, Japão. Se está curioso para saber o desenrolar, aconselho buscar um café e sentar-se, pois a história já vai começar!  


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Sarah e Risa
| Localização: Sapporo | Horário: 07:40| Clima: 18°C |

O grande astro de fogo cortejava a grande e bela Sapporo, trazendo junto a sua comum brisa gélida um ar de recomeço para aqueles que enfrentariam um novo dia de trabalho e afazeres. Pessoas dos mais variados tipos começavam a circular dentre as ruas e até mesmo alguns comerciantes já erguiam a voz anunciando suas mercadorias, vindo em sucessão os barulhos de automóveis e motos que emergiam junto ao avanço das horas. Era dia em Sapporo! Dentre inúmeros barulhos e ruídos do lado de fora, um em especifico parecia soar mais forte para nossa querida Risa, esta que graças ao bip do alarme despertava para iniciar aquele dia tão especial para aquela casa. Sarah ainda mais que sua prima possuía ciência disso, sendo impossível não imaginar inúmeras possibilidades a respeito do decorrer daquele dia.

Sim, isso mesmo! Hoje seria o dia que Mikaela finalmente poderia esgueirar-se e enfim abraçar sua liberdade e desejos próprios, juntando-se a sua irmã e prima no formoso Japão. As residentes da imensa casa de Sapporo seriam as responsáveis pela recepção, não demorando com seus afazeres e higiene pessoal para logo descer a área da cozinha, onde se encontrariam para um café e então partir. Conter a empolgação e felicidade com essa chegada realmente era difícil, mas tudo parecia bem calmo entre as moças que não demoravam com sua refeição e logo chamavam um uber, este que não demorou muito. - É 15 kek’s, podem entrar! - Recepcionava. - Aqui diz aeroporto, certo? Vamos indo é apenas alguns minutos – Concluía.



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Mikaela
| Localização: Sapporo | Horário: 07:45| Clima: 18°C |

As longas horas no avião pareciam apenas alguns segundos para a bela Mikaela, talvez durante todo o percurso um pequeno filme de sua trajetória fosse o suficiente para lhe distrair por tanto tempo, afinal estar aqui, no Japão, era sem dúvidas uma grande vitória e injeção de felicidade para a moça. Fugir de uma realidade que por tanto tempo perseguiu, está que seria a de ganhar os olhos de seu pai, eram agora preenchidas pelo mais puro ar de liberdade e expectativas naquele imenso oriente, era visível para qualquer um que a fitasse a feição mais genuína de felicidade. Após o pouso e desembarque a moça seguia para um local mais a fora do aeroporto, na ala de taxis e transporte para ser mais exato, esta que naquele momento possuía pouquíssimo movimento.

Talvez a falta de malicia ou sua grande inocência não alertavam a moça, mas uma silhueta ao longe parecia observa-la desde os primeiros segundos e, percebendo seu idioma estrangeiro, abordava a moça em um inglês notoriamente fraco. - Hello my friend, hello! Eu sou taximan, taximan do japão! Onde you quer go?! - Proferia enquanto seus olhos vasculhavam cada canto daquele ambiente, como também explicitava um tom de preocupação e nervosismo. O ambiente ficava oportuno e com isso o homem sacava uma faca, ameaçando Mikaela enquanto segurava seu braço. - You ta ferrada, Don't move, ou eu vou kill you! Follow eu, my segue em silence! - Ameaçava enquanto pressionaria o braço da moça com bastante força.  

Mikaela parecia receber um belo cartão de visitas, embora não entendesse com perfeição o que o homem dizia, ela tinha ciência do que se passava ali. Seus batimentos aceleravam, era preciso um grande sangue frio para se manter calmo naquela situação e isso se mostrava escasso na garota, uma vez que o desespero parecia se fazer presente. Gritar ou reagir talvez fosse uma decisão idiota, mas tão somente aceitar aquilo? Hm, Talvez, pois naquele instante a adrenalina era vivida em seu corpo, tornando uma reação impensada algo totalmente cogitável. Mas algo parecia florescer na garota, uma sensação estranha circulava e emundava todo o seu ser, o que seria isso?



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Evgeny
| Localização: Sapporo | Horário: 07:45| Clima: 18°C |

Um pouco distante dali encontrava-se Evgeny, um belo rapaz de corpo atlético e nacionalidade russa. Talvez para o loiro o dia seria apenas mais um como tantos outros, onde o mesmo realizaria suas atividades físicas, treinamento de combate e ao termino uma hidratação, seguindo para sua corrida matinal de sempre. Um cotidiano como esse para muitos é de deveras rejeição, uma vez que tamanha obsessão pelo físico no oriente era algo raro, mas para Evgeny, um competidor e esportista nato aquilo não passava de diversão.

O homem seguia pleno por aquelas ruas, seu físico exótico atraia os mais diversos olhos femininos assim como os masculinos, que pareciam inveja-lo de forma tamanha. Mas aquele rapaz não era apenas um amontoado de músculos, sua simpatia e sorriso fácil na verdade era uma de suas maiores qualidades, distribuindo simpatia ao cortejar seus companheiros que também efetuavam uma caminhada por ali. Tudo parecia normal para o rapaz, normal até demais, isso se logo após sua parada habitual no meio do trajeto algo estranho não fisgasse sua atenção. Um roubo? Conhecidos brincando? Não, isso ficava claro ao rapaz - graças aos seus sentidos – perceber uma lâmina em sua mão.  

Aquilo parecia de fato ser uma situação delicada, mas como Evgeny responderia a isso? Ele nem conhece a moça em questão, ele se arriscaria? Embora fosse um caçador, o que impediria de o assaltante também ser um despertado? Vamos ver como nosso querido herói reagirá!
Nagashi
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em 30/7/2020, 23:19


Tudo parecia bem o dia parecia bonito e finalmente estava indo para o aeroporto. – Pode deixar que eu pago Risa. – Avisava minha prima enquanto ainda estávamos dentro do carro. Olhava pela janela ansiosa, mas aquilo fazia o tempo passar incrivelmente devagar. Será que correndo não iríamos mais rápido do que naquele carro? Sorria com a minha própria imaginação, nunca que uma rank-D conseguiria esse feito.

Como não havia muito o que fazer no carro além de esperar, acabava olhando para a minha prima, ela era tão gentil aceitando que a minha irmã morasse com a gente também. – Risa, já falei antes, mas obrigada novamente. Tenho certeza de que você vai adorar Mikaela. – Minha irmã já sabia que nossa prima era bem tímida e sempre tentava esconder o rosto. Era uma pena já que Risa é uma mulher bonita. Claro que era entendível todo o medo que ela sentia, mas uma pena mesmo assim. Mesmo após anos ali sentia que ela não se abria comigo totalmente e que poderíamos ser bem mais íntimas do que realmente somos. Sabia do passado dela por causa dos meus pais, porém ela em si nunca falava nada sobre isso e claramente era algo que ela ainda sentia em sua vida.

Por causa disso sempre ficava em dúvida do quão incisiva deveria ser. Ela precisa aceitar que sempre existirão pessoas idiotas, que vão pensar merda porque ela possui parte de seu rosto queimado, mas que essas pessoas não são nem dignas de atenção para começo de conversa. Ao mesmo tempo não queria forçar algum pensamento meu para cima dela. Sabia muito bem quão ruim é outra pessoa forçando algo para você.

Logo gastava meu tempo observando a janela até finalmente chegarmos. Passei o dinheiro para o motorista e saí do carro já olhando para o aeroporto e pensando se minha irmã já havia desembarcado. – Risa você lembra como a minha irmã se parece? – Perguntava logo ao fechar a porta do veículo, esperando algum tipo de confirmação. Se ela não se lembrasse acabava por mostrar a foto da minha irmã no contato do celular.

Após isso me virava e começava o modo “procurando caçulinha que não sabe japonês”. Meus sentidos começavam a caçar por Mikaela. Não imagino que vá encontrá-la aqui fora e por isso meu primeiro feito nesse local seria entrar no aeroporto para observar aquelas grandes televisões que possuíam a lista com os aviões que estavam para pousar ou que já haviam pousado para verificar se o dela já havia chegado. Ao observar que já havia chegado começava a olhar a minha volta procurando pelo portão de desembarque dela. Não deveria ser tão difícil de avistar uma jovem de cabelo branco no meio da multidão. Então ia até lá procurando por minha irmã e estranhava não a ver por ali. – Algum sinal dela Risa? – Perguntava para minha prima, mas ao mesmo tempo já pegava meu celular para ligar para Mikaela.

Se eu acabasse vendo a minha irmãzinha, correria até ela e a abraçaria ignorando quem estivesse a sua volta. Afinal fazia tempo que eu não a via pessoalmente. – BEM VINDA. – Falava animada vendo a baixinha depois de tanto tempo. Olhava a volta dela procurando por suas malas. – Você deve estar cansada, deixa que eu levo isso aqui para você. – Falava já pensando em pegar as malas dela. – Como foi a viagem? – Perguntava.


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em 31/7/2020, 20:24


As Branquelas — 002


Aeroporto, i-isso! — Confirmei, entrando no carro e sentando-me no banco traseiro. — Okey~! — Respondi Sarah, enquanto colocava o cinto, sem me importar com quem pagaria o quê. O importante era dar tudo certo no fim do dia! — De nada! Tenho certeza que vou adorar ela também! — A respondi com um sorriso bobo no rosto.

O carro começou a se mover e passear pela fria e bela cidade de Sapporo, mas eu mantive meus olhos direcionados aos joelhos. Com uma mão em cima de cada um, fui batucando no ritmo de uma música qualquer que soava em minha cabeça. "Tutu turuturu... tururutu tururutu…" Fui cantando mentalmente, já que não teria coragem de fazer aquilo próximo de um desconhecido.

Chegando ao aeroporto, tirei o cinto e desci do carro, deixando que Sarah pagasse a viagem, ao passo que curvava o corpo levemente em agradecimento ao serviço do motorista. Com a pergunta dela, levei o indicar à boca, enquanto pensava na resposta. — Hm… Tipo você, só que mais baixinha e de cabelão? — Disse, apesar da altura da baixinha provavelmente ser a mesma que a minha.

Sarah não demorou a tomar a frente e eu a segui contente, com um sorrisinho permanente no rosto. Essa situação era engraçada, no mínimo. Eu, que nasci e vivi em Saporro a minha vida inteira, e que já havia vindo neste mesmo aeroporto buscar Sarah a alguns anos, que deveria liderar nossas buscas, mas Sarah, sendo uma estrangeira e provavelmente pondo os pés naquele aeroporto pela segunda vez na sua vida, tomou a frente sem sequer perceber, dado a ânsia em reencontrar a sua irmã. "Awn… Tão fofinha!"

A seguiria, ficando uns dois passos mais atrás, observando os arredores distraída. Já fazia um bom tempo que não ia ali e, quem sabe, tivesse algum conhecido por lá. No caso de eu conseguir ver algum conhecido, obviamente que viraria o rosto e inclinaria a boina ainda mais, tentando me ocultar e passar despercebida por ele. Mas se conseguisse ver a minha prima antes de Sarah, puxaria a roupa da irmã que estava comigo, como uma criança que quer chamar a atenção da mãe, e apontaria na direção da outra. — Olha. Mikaela está ali! — O primeiro rosto conhecido que Mikaela deveria ver lhe recepcionando deveria ser o da sua irmã e eu não queria roubar aquele momento para mim. Esperaria mais afastava, apenas observando o reencontro das duas, até que Sarah se lembrasse de mim e me chamasse para ir até elas. O que talvez não aconteça u_u

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H. Risa

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em 2/8/2020, 16:25


Como de costume, no meio de meus exercícios eu encontrava alguns outros corredores assim como eu, que gostavam de utilizar pelo horário da manhã para realizar seus exercícios. Eu sempre fui meio antiquado nesse aspecto; diferente da maioria dos jovens dos dias de hoje, que viravam as noites e acordavam tarde, sempre fui disciplinado para dormir cedo e também acordar cedo. Minha mãe vive dizendo que o dia é para se trabalhar e a noite para se dormir. Bom, eu seguia a risca isso desde pequeno e era difícil mudar para mim. Cumprimentei as pessoas com o sorriso, assim como elas me cumprimentaram e não pude deixar de corar ao ver que algumas mulheres estavam admirando o meu corpo. Apesar de não ter vergonha de mostrar-lo, eu ainda ficava um pouco tímido quando eu percebo mulheres observando-me. Homens também me observavam e me invejavam, coisa que eles não deveriam fazer, pois com um pouco de esforço, qualquer um consegue um bom shape. Eles só precisam querer!

Fiz minha para habitual próximo ao aeroporto Okadama, sentando-me e olhando para o céu da manhã sentindo o arzinho frio batendo em meus cabelos e em meu rosto.- Esses dias estão tão agradáveis para se andar ao ar livre.- Apesar de amar muito minha pátria mãe Rússia e lá ser o lugar onde eu conseguia praticar o meu Snowboarding, por causa de sua grande quantidade de neve fofa numa grande parte do ano, era meio complicado de se realizar corridas por lá, diferente daqui no Japão, onde o clima era mais quente.

Tudo ocorria na normalidade e eu já tinha começado a me preparar para voltar a minha corrida, mas, antes disso eu  conseguia notar que algo de diferente ocorrendo por ali. Aparentemente um assalto começava a acontecer, com um homem armado com uma faca ameaçando uma jovem de olhos dourados que aparentemente havia chegado de viagem. Eu não sabia quem era a jovem e nem se o homem era um despertado ou não, mas, eu não podia suportar ver uma cena daquela. Era meu dever como um cidadão e um karateka parar imediatamente o que estava acontecendo.

Logo começaria a me aproximar dos dois, ainda calmo e demonstrando uma expressão calma, se possível para que o homem não me notasse logo de cara. Chegando frente a frente com o homem, logo eu puxaria seu braço que empunhava a faca com força e mirando em seu pulso eu tentaria aplicar um tegatana, um golpe de karatê que se realiza com o lado da mão, invés do punho, normalmente utilizado para se quebrar tábuas de madeira com ele e meu objetivo não era outro que não tentar quebrar os ossos do ladrão.

As Branquelas Shuto

Se o homem sucumbisse a dor imensa que era ter seus ossos quebrados, logo, eu olharia para o mesmo ainda com uma expressão mais neutra.- Sua mãe não lhe ensinou modos, homem? É melhor você dar o fora daqui, разбойник¹.- esperaria a reação do homem e caso ele tivesse uma atitude agressiva para mim, eu logo tentaria aplicar mais um golpe nele, o clássico seiken, mirando em seu estômago, aplicando somente a força necessária para poder derruba-lo. Para me defender de possíveis ataques, buscaria utilizar de esquivas rápidas, movimentando meu corpo de um lado para o outro, sempre tentando utilizar do menor esforço possível para realizar a esquiva dos ataques do mesmo, com fintas, movimentos de cabeça de um lado para o outro e me agachando rapidamente, semelhante ao que os praticantes de boxe chamam de weaving e bobbing.

Se eu conseguisse espantar o homem logo eu me dirigiria para a jovem moça que estava em minha frente, analisando se a mesma possuía algum machucado ou ferimento que havia sido infligido pelo bandido.- Você está bem, senhorita?- me aproximaria da mesma, demonstrando um olhar de preocupação.- Desculpe pela cena, simplesmente algumas pessoas são ruins. Eu me chamo Evgeny.- eu cumprimentaria a moça estendendo a minha mão para a mesma.

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Significa bandido em russo.
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Ontem à(s) 23:51




Eu havia acabado em uma situação ruim e ao mesmo tempo aterrorizante, um homem se passava por um taxista apenas para se aproximar de mim. Apesar de não entender bem o que ele estava falando já que o inglês era péssimo, sabia bem que isso não era nenhuma brincadeira ou recepção amigável da parte dele. Enquanto me ameaçava com uma faca ele me puxava também com força pelo braço, certamente eu havia sido um tanto inocente por não pensar que algo assim poderia acontecer.  O desespero nesse instante percorria todo o meu corpo, talvez pudesse pedir pela a ajuda de alguém ou então tentar me soltar, mas isso poderia acabar sendo inútil e me prejudicando.

Podia sentir outra sensação passando pelo corpo, de uma hora para outra me sentia energizada como se estivesse tomando um choque. Era algo novo e que nunca havia visto ocorrer, o que será que estava acontecendo comigo hoje? A falta de sorte estava me rondando? Isso era algo que não sabia responder ao certo - Please let me go, my arm hurts (Por favor me solta, meu braço tá doendo) suplicaria em um tom não muito alto. No fim, reuniria alguma coragem para tentar me livrar dessa situação - Somebody, please help me! (Alguém, por favor me ajuda!) diante disso já esperava o pior e nisso meus olhos se encheriam de lágrimas mostrando todo o meu desespero. Agora, eu queria tanto encontrar minha irmã e lhe dar um abraço apertado para nunca mais me soltar “Tomara que alguém venha me ajudar.”

Quando alguém aparecesse por ali para me socorrer só poderia tentar controlar um pouco as minhas lágrimas para poder agradecer.Estaria profundamente grata por isso - Thank you really! (Muito obrigada de verdade!) diria enquanto tentava enxugar as lágrimas dos olhos - I think I'm fine now, my name is Mikaela (Eu acho que estou bem agora, me chamo Mikaela) falaria se perguntassem algo. Faria de tudo para que a pessoa permanecesse perto de mim para que nada mais ocorresse ali - I'm waiting for my sister, I don't know anything here, could you stay with me until she arrives? (Eu estou esperando minha irmã, não conheço nada por aqui, poderia ficar comigo até ela chegar?) pediria.  

Com alguém ali poderia me sentir um pouco mais segura e assim nenhuma outra pessoa com intenções ruins se aproximaria. Poderia me concentrar no que havia sentido, talvez fosse algo passageiro só que ainda tinha de ficar atenta nisso já que era algo novo. Assim que avistasse minha irmã, correria em sua direção para lhe abraçar - Finally found you (Finalmente te encontrei) meus olhos acabariam por se encher de lágrimas novamente - Você deve ser a Risa certo? se minha prima também estivesse por ali a abraçaria. Em seguida teria de explicar a situação - He helped me just now, when a man was threatening me (Ele me ajudou agora pouco, quando um homem estava me ameaçando) diria ainda um tanto chorosa.



Histórico:
Nome: Mikaela Silverstone
Classe: Assassin Rank B/ Ranger
Pericias: Canto, Armas de fogo, Monstrologia, Rastreio e Lábia
Especialização: N/A
Localização: Sapporo - Aeroporto de Okadama.


Posts: 2
Ganhos: - x -
Perdas: - x -
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